Utilitarismo

Utilitarismo

John Stuart Mill, Margarida Moreira
avaliação dos leitores (2 comentários)
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ISBN:978-972-627-839-9
Edição/reimpressão:09-2005
Editor:Areal Editores
Código:00863
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SINOPSE

A colecção Textos Fundamentais da Filosofia contempla as principais obras que integram o Programa de Filosofia para o 12.º ano de escolaridade, destinando-se aos alunos que necessitam de se preparar para o Exame Nacional e a todos os que desejam conhecer mais aprofundadamente textos filosóficos de referência. A obra Utilitarismo, de John Stuart Mill, contempla, tal como todos os títulos desta colecção:
- texto integral
- análise e leitura orientada da obra
- contextualização do autor na sua época
- questões de exame nacional
- critérios de correcção
- tópicos de conteúdo
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

A Felicidade para a Maioria...Todos
Jorge Pinho |2017-05-28
Doutrina filosófica em que me revi completamente. Cada vez mais necessária para ser posta em prática. De leitura obrigatória, mesmo que fosse para servir de reflexão, para docentes, discentes, autoridades politicas e religiosas.
Utilitarismo
Pedro Bicho |2017-05-11
Estou fascinado. De uma actualidade absoluta. Está muito por fazer numa sociedade em que se pretende o bem maior para o maior número possível de cidadãos.

DETALHES DO PRODUTO

Utilitarismo
de John Stuart Mill, Margarida Moreira
ISBN:978-972-627-839-9
Edição/reimpressão:09-2005
Editor:Areal Editores
Código:00863
Dimensões:165 x 244 x 8 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:112
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Apoio Escolar > 12.º Ano > Outros

John Stuart Mill (1806-73) foi um dos mais importantes filósofos e reformistas sociais do séc. XIX . Firmemente empirista e naturalista, desenvolveu o utilitarismo de Jeremy Bentham (1748-1832) e deu-lhe um rosto sofisticado. Autor de Sistema de Lógica (1843), Princípios de Economia Política (1848), Sobre a Liberdade (1859), Considerações acerca do Governo Representativo (1861) e A Subordinação das Mulheres (1869), defendeu o uso livre de métodos contracetivos (razão pela qual esteve preso), foi deputado e promoveu a igualdade das mulheres. Só a partir dos anos 70 do séc. XX viria a ser reconhecida a sua teoria da referência direta dos nomes. Defensor incansável da liberdade e da racionalidade, foi um pensador sistematicamente ignorado durante o regime salazarista e as suas ideias são ainda hoje incómodas em muitos círculos.

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