Auto da barca do inferno - Edição escolar

ISBN: 978-972-627-551-0
Edição/reimpressão: 01-2010
Editor: Areal Editores
Código: 00614
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SINOPSE

Esta edição escolar e ilustrada de Auto da Barca do Inferno inclui inúmeras notas destinadas a esclarecer questões relativas ao vocabulário e ao enquadramento da peça no seu tempo, para além de outras observações destinadas a despertar o sentido crítico do leitor. Inclui ainda uma útil introdução, destinada a contextualizar a peça e o seu autor, bem como a fornecer ao aluno elementos que lhe permitam compreender esta obra de Gil Vicente: a temática, a encenação, as personagens, os processos de cómico, a linguagem.
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DETALHES DO PRODUTO

Auto da barca do inferno - Edição escolar
ISBN: 978-972-627-551-0
Edição/reimpressão: 01-2010
Editor: Areal Editores
Código: 00614
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 160 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: 9.º Ano > Leituras Orientadas > Apoio Escolar > Ensino

sobre Gil Vicente

Gil Vicente é a figura maior do teatro português e ocupa um lugar fundacional na dramaturgia do sistema interliterário da Península Ibérica, onde ombreia com nomes tão importantes como Juan del Encina ou Lucas Fernández. São muitas as incógnitas referentes à sua biografia. Nasceu provavelmente por volta de 1465, tendo vindo a falecer em data próxima a 1536, ao que tudo indica na cidade de Évora. A atividade dramatúrgica de Gil Vicente foi desenvolvida no âmbito da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e D. João III. Deixou-nos, por conseguinte, uma produção teatral permeada por modelos mentais em trânsito para a modernidade, uma obra empenhada na renovação das formas dramáticas medievais de cunho popular, religioso e cortesão. A Copilaçam de 1562, organizada pelos filhos Luís e Paula Vicente, constitui a primeira edição da obra completa de Gil Vicente, reunindo nela os diferentes géneros que cultivou, tanto de carácter devoto (milagres, mistérios ou moralidades), como de índole profana (comédias, farsas ou tragicomédias). De 1502, data da representação do Monólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação, até 1536, ano da Floresta de Enganos, o dramaturgo português averbou 44 peças, das quais 15 são em língua portuguesa, 11 em castelhano e as restantes 18 em ambos os idiomas.
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